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Segurança nas escolas: o que os dados mostram

Os números do MEC sobre ataques e ameaças a escolas e o papel das câmeras no portão, no pátio e à noite.

Equipe Sentinela · 4 de novembro de 2026

Imagem ilustrativa

Segundo o 4º Boletim Técnico Escola que Protege, do Ministério da Educação, o Brasil teve 47 ataques de violência extrema a escolas entre 2001 e 2025, com 177 vítimas: 56 mortos e 121 feridos. Foram 10 ataques em 2022 e 15 em 2023; depois da criação do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas, o número caiu para 3 em 2024 e 3 em 2025.

O mesmo boletim alerta para a radicalização no ambiente digital: as menções com ameaças a escolas cresceram 360% entre 2021 e 2025.

Onde as câmeras ajudam

  • Portão: pessoa parada por muito tempo no horário de entrada e saída vira aviso para a portaria.
  • Pátio e corredores: briga, agressão e pessoa caída são notadas na hora, não depois do intervalo.
  • Prédio vazio: à noite e nos fins de semana, qualquer pessoa no prédio gera alerta para a direção ou a central.
  • Entrada: contagem de pessoas por horário ajuda a planejar a equipe nos momentos de maior movimento.

Cuidado redobrado com crianças e adolescentes

A LGPD determina que o tratamento de dados de crianças e adolescentes seja feito no melhor interesse deles (art. 14). Defina com a direção e o jurídico quais recursos usar, quem vê as imagens e por quanto tempo elas ficam guardadas.

Tecnologia não substitui o cuidado

Câmeras dão à equipe olhos em todo o prédio. A prevenção continua sendo feita por pessoas: direção, professores, portaria e a rede de proteção.

Saiba do problema enquanto ainda dá tempo

Mostramos o Sentinela funcionando, avaliamos as câmeras que você já tem e montamos o projeto com você.